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Ser Vicentino


A busca pela Santificação Pessoal motivou Ozanam e seus companheiros a fundar a Sociedade de São Vicente de Paulo. Prestar serviços aos que estiverem em dificuldades e levá-los a Deus sempre que possível é uma missão que faz parte do dia a dia dos vicentinos.

A maior preocupação de Ozanam era o aprimoramento espiritual de seus participantes, sendo os assistidos os providenciais meios que Deus nos deu para isso. Frederico Ozanam deixa como exemplo que o vicentino deve insistir na promoção integral do assistido, orientando-o no plano material, mas muito mais no plano espiritual, para levá-lo a participaçao no Reino de Deus. Dessa forma, os vicentinos devem estar sempre buscando orientações e atualizando-se nas modernas maneiras de assistir os homens de nossos dias, em suas misérias.

Para que a caridade seja organizada, surgiram as Conferencias Vicentinas: grupos de pessoas, formadas, de no máximo, 15 (quinze) membros. É por meio de reuniões semanais que os voluntários planejam o atendimento as famílias necessitadas e dividem a equipe para a realizaçao de visitas aos assistidos. Uma forma de estar mais próximo dos pobres, e propor novas soluções para amenizar as desigualdades sociais.

 

1 Coríntios 13

1 Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver caridade, sou como o bronze que soa, ou como o címbalo que retine
2 Mesmo que eu tivesse o dom da profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência; mesmo que tivesse toda a fé, a ponto de transportar montanhas, se não tiver caridade, não sou nada.
3 Ainda que distribuísse todos os meus bens em sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, se não tiver caridade, de nada valeria!
4 A caridade é paciente, a caridade é bondosa. Não tem inveja. A caridade não é orgulhosa. Não é arrogante.
5 Nem escandalosa. Não busca os seus próprios interesses, não se irrita, não guarda rancor. 6 Não se alegra com a injustiça, mas se rejubila com a verdade.
7 Tudo desculpa, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
8 A caridade jamais acabará. As profecias desaparecerão, o dom das línguas cessará, o dom da ciência findará.
9 A nossa ciência é parcial, a nossa profecia é imperfeita.
10 Quando chegar o que é perfeito, o imperfeito desaparecerá.
11 Quando eu era criança, falava como criança, pensava como criança, raciocinava como criança. Desde que me tornei homem, eliminei as coisas de criança.
12 Hoje vemos como por um espelho, confusamente; mas então veremos face a face. Hoje conheço em parte; mas então conhecerei totalmente, como eu sou conhecido.
13 Por ora subsistem a fé, a esperança e a caridade - as três. Porém, a maior delas é a caridade.

 

Gratidão faz bem

Nossa vida é um entrelaçamento de favores e pequenos serviços que recebemos e que prestamos.
A gratidão pelo favor recebido é a maior gratificação para o favor prestado. Deus ama a quem dá com alegria, mas ama também aquele que sorri de gratidão ao receber. É preciso agradecer.

A gratidão de quem recebe desperta no outro a sensação de perfeição em seu ato de dar, e o desejo oculto de repetir seu gesto. Custa tão pouco a gratidão, e dói tanto a ingratidão.

É tão fácil esboçar um sorriso, fazer um gesto, dizer uma palavra é o laço que estabelece comunhão sensível entre duas pessoas.
Obrigada Jesus por minha vocação Vicentina! (Autora desconhecida)


Mão humanas

Há mãos que foram feitas para doar. Estão sempre abertas para oferendas, no altar da generosidade. Nada pedem para si, nada reclamam. Não sabem dizer não e buscam nunca magoar.
Felizes e abençoadas, todas as mãos abertas para o bem. Mãos prontas para servir, para abençoar, para espalhar favores e benemerências. Mãos sempre abertas ao perdão, aos gestos de carinho, de paz e de bondade.
Mãos que agasalham, mãos que sabem guiar, mãos que rezam, unidas e fervorosas. Mãos que sabem valorizar as pequenas coisas de cada dia, conferindo-lhes alma e vida.
Mãos carregadas de amor. Nem a morte conseguirá apagar a imagem dessas mãos da lembrança da gente.
O mundo necessita de joelhos em terra e mãos em prece!


(Autora: Csc. da Conferência São Miguel, Ipatinga - MG)




No rumo da paz

Se o amor ao próximo fosse o ideal de todos,
Se a paz fosse o nosso lema,
Se o diálogo fosso a nossa linguagem,
Se a oração fosse o nosso alimento,
Se o Amor habitasse em nossos corações,
Se lembrássemos que aquele a quem nós desprezamos é nosso semelhante, se não perdêssemos a calma, enquanto muitos a procuram,
Se deixássemos a felicidade entrar de mansinho em nossa vida, enquantos muitos lhe fecham a porta, quando a felidade bate,
Se não tivéssemos egoísmo, se não tivéssemos orgulho,
Se tivéssemos aquilo que falta: o Amor, talvez não existisse tanta fome, frustações, guerra, pais e filhos chocados um com o outro. Se amássemos como Cristo amou, nada disso aconteceria.
Se pensássemos em tudo com muita franqueza, o Amor tão esperado nasceria dentro de nós mesmos.
Se passarmos os olhos pelo Evangelho, veremos a insistência do Mestre no Mandamento: "Amai-vos uns aos outros, como Eu vos tenho amado". É só isso que Ele quer.
Muita gente, porém, acha que para amar basta dizer que está amando. Mas não é isto, meus queridos vicentinos.
Para amar, a gente tem que amar mesmo. Não se finge o amor.
Isto depende de nosso crescimento psicológico, de nosso encontro real conosco e com o Cristo.
Só podemos amar de verdade, dando exemplo de humildade, quando reconhecemos no próximo a imagem de Cristo carente, sofredor e humilde!
Só assim nós podemos converter os outros, não por palavras ou por obras, mas sim pelo nosso amor.


(Autora: Csc. da Conf. N. Sª. Aparecida, Morro Agudo de Goiás)

 


Obs: Todas as páginas ligadas ao site www.aranasfm.com e que se referem à SSVP foram desenvolvidas por Aldair Gomes.
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